Porque está tudo bem ficar triste? Investigue, explore e experimente seus sentimentos

Se formos honestos com nós mesmos, cada um de nós se sentirá triste de vez em quando, e tudo bem. Nossas emoções são a força mais presente, vital e às vezes dolorosa em nossas vidas. Elas ditam nossos pensamentos, intenções e ações, permitem que você sinta a dor da dor e a alegria da felicidade. As emoções são a cola que dá sentido à vida e conecta você a outras pessoas, e a capacidade de compreendê-las e gerenciá-las é uma característica fundamental de pessoas altamente resilientes. Isso faz todo o sentido se você pensar sobre isso, porque as emoções são os principais impulsionadores da nossa resposta inicial às provações da vida, especialmente a mudança, a incerteza, o estresse e a adversidade.

Assim, quanto mais autoconsciente e confiante você estiver em suas habilidades para lidar com qualquer coisa que a vida apresente a você, mais fácil será processar emoções e responder aos desafios de uma maneira saudável e produtiva.

Não há problema em se sentir triste. Não é o fim do mundo. Todo mundo tem aqueles dias em que você duvida de si mesmo, e quando você sente que tudo o que você faz é uma merda, mas há aqueles dias em que você se sente como o Super-Homem. É apenas o equilíbrio do mundo. ~ Mac Miller

Seja qual for a sua experiência passada com a tristeza, tente lembrar que é parte do ser humano e, em vez de enterrá-los, gaste o tempo que precisar para trabalhar com seus sentimentos. Muitas vezes, essa nuvem escura esquiva passa relativamente rápido, mas se você precisar de alguns dias para trabalhar ou tiver um choro enorme, tudo bem, faça! Fazer anotações, desenhar, escrever e falar sobre seus sentimentos com outras pessoas confiáveis ​​são ótimas maneiras de processar a tristeza, e qualquer coisa que sirva para reconhecer e validar suas emoções não pode ajudar, mas faz com que você se sinta melhor consigo mesmo no processo. 

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O Lollapalooza que nunca vou esquecer por Charles Brendo

Quem me conhece de verdade sabe o quanto amo Lana, conheci ela em um momento de transição, entre o antigo e novo ” eu”. Nessa jornada de descobertas,  sensações,  pessoas, porres,  noites viradas e experiências,  suas músicas estiveram presentes em todos os momentos da minha vida.

Eu estou vivendo um dos anos mais tristes da minha vida, onde as coisas não fazem mais sentido. Não tem um dia que eu não lembro que não terei mais minha mãe comigo. Porém, a música tem me ajudado a seguir, caminhar  e viver.  Mesmo não sabendo, quando minha mãe foi comprar o ingresso do Lolla comigo me ajudou a realizar o desejo de ver uma das minhas cantoras favoritas ao vivo.

Esse Lolla me fez lembrar da minha mãe,  pois ela me ajudou a fazer o que mais amo “viver experiências “. Os ensinamentos e  conselhos ficaram para sempre. Sempre vou amar você até o dia em que agente se encontre. Segue um trecho de umas das minhas músicas favoritas,  esse show me fez sorrir por dentro como eu não sorria a muito tempo.

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Ter depressão vai além de estar deprimido(a)

Depressão, pessoa deprimida

A depressão te suga, leva momentaneamente de você aquilo que é mais alegre. Ela transforma o rolê com os amigos em uma obrigação e na maioria das vezes te rouba os momentos que poderiam ser felizes. Ela é sorrateira, silenciosa e afiada. Te atropela e vc nem consegue anotar a placa.  Ela molesta a sanidade, transforma a solidão em desespero e te faz tomar decisões estúpidas que na maioria das vezes vão te prejudicar.

A depressão são todas as feridas supurando. É aquele “cola aqui”, despretensioso gritando silenciosamente socorro. E é assim, em meio à distúrbios alimentares e desilusões existenciais, que comecei a me questionar: por que essa tristeza não passa?

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Minha experiência com o Sarahah

Sarahah aplicativo saudita

Hoje eu vim aqui falar do aplicativo Sarahah, que se tornou uma febre há uns meses.  A plataforma que permite comentários anônimos foi criada pelo saudita Zain al-Abidin Tawfiq e era usada no ambiente corporativo (o que já acho bastante perigoso).

Como boa heavy user de redes sociais, baixei pra ver qual era sem grandes expectativas. Já havia usado apps similares como Formspring (a primeira plataforma do gênero lançada em 2009) e Aks.me. Que na minha opinião eram bem melhores por permitirem comentários anônimos, identificados e respostas.

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Minha primeira consulta com uma taróloga

taróloga

Sempre tive curiosidade em ir a uma taróloga. Conheci a Mayara Tavares através de uma amiga que super recomendou o trabalho dela. Nesses dias senti muito fortemente que precisava de um direcionamento sobre algumas vertentes bem importantes da minha vida, principalmente no que diz respeito ao meu trabalho e a vida afetiva.

O tarô é considerado um oráculo milenar  e está entre os mais populares do mundo. O baralho é composto por 78 cartas. Ninguém sabe exatamente como surgiu, mas existem registros guardados em museus ou com colecionadores são do século 14 e originários do norte da Itália.

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Ainda precisamos falar sobre violência contra mulher

violência contra mulher, agressão física, violência

No Brasil, a população feminina ultrapassou 103 milhões de mulheres em 2014. Uma em cada cinco, considera já ter sofrido pelo menos uma vez algum tipo de violência por parte de algum homem, conhecido ou desconhecido” (Fundação Perseu Abramo, 2010).

Do total de atendimentos realizados pelo Ligue 180 – a Central de Atendimento à Mulher no 1º semestre de 2016, 12,23% (67.962) corresponderam a relatos de violência. Entre esses relatos, 51,06% corresponderam à violência física; 31,10%, violência psicológica; 6,51%, violência moral; 4,86%, cárcere privado; 4,30%, violência sexual; 1,93%, violência patrimonial; e 0,24%, tráfico de pessoas. Veja aqui.

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Precisamos falar sobre poliamor

Ser poliamorista, não quer dizer ser bissexual. Mas uma pessoa bissexual pode ser adepta da modalidade. Particularmente nunca me imaginei em uma relação onde eu e meu parceiro pudêssemos nos relacionar com outras pessoas abertamente, primeiro porque certamente não saberia lidar com isso, segundo porque na minha visão comprometimento é entrega e entrega significa estar plenamente com o outro. Mas esse texto não é pra falar de mim, ou de como eu acho que devam ser as relações, ok?

Acredito que dentro de um relacionamento aberto, onde existe sinceridade entre ambas as partes e onde ambos estão de acordo, faz-se o que quiser. Pra isso é preciso ser bastante esclarecida e ter muita maturidade pra lidar com as consequências desse estilo de vida. Mas pra quem pensa que poliamor se trata apenas de bacanal, está enganado(a).

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O perigo do relacionamento abusivo

Relacionamento abusivo

O que deveríamos considerar um relacionamento abusivo? Uma briga, ofensa? O que realmente entra no pacote?

Li vários relatos de pessoas conhecidas no Facebook contando experiências com relacionamentos abusivos. Mas a verdade é que nunca me questionei sobre o que era ou não aceitável pra mim quando estava dentro dos relacionamentos que tive.

Na minha cabeça eu sabia o que seria capaz de tolerar, em alguns momentos o limite era óbvio. Mas quando estamos dentro da situação, vivenciando o relacionamento acabamos aguentando muita coisa.

E quando o comportamento abusivo está camuflado, como diferenciar uma fase ruim com desrespeito contínuo e abuso psicológico?

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Sobre represar sentimentos

Existe algo que as pessoas no geral não gostam de admitir, se chama solidão. Sempre gostei de ficar sozinha, estar em minha própria companhia nunca foi problema. Textos na internet te dizem que você precisa aprender a ficar bem, mas o ser humano por si só é sociável e saber ficar sozinha é diferente de ser solitário.

Às vezes as pessoas rodeadas são as que se sentem mais sozinhas.

Sinto que tenho passado pela vida anestesiando as minhas dores, e isso reflete na intensidade com que externo outros sentimentos. Por exemplo, sempre que termino um relacionamento me permito lamentar por uma ou duas noites, depois disso é como se algo dentro de mim se esvaziasse e não fosse mais capaz de sentir. Nem sempre quer dizer que aquilo não teve importância, ou que não tenha significado nada. 

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O que eu sou vs o que eu vejo

É fácil falar para as mulheres abandonarem os padrões de beleza impostos pela sociedade e aceitarem seus próprios corpos porque são lindas de qualquer jeito. Sinceramente, isso sempre me soou como mais uma cagação de regras.

A sociedade quer que você seja magra, a mulherada quer que você simplesmente se ame como se fosse a tarefa mais fácil do mundo. Vou contar uma coisa pra você.  Nunca me achei bonita, tenho problemas com meu corpo desde os 17 anos quando comecei a ter bulimia. No colégio eu já era magra e mesmo assim passei um mês tomando água e comendo uma torradinha pra não desmaiar. O resultado foi ouvir de um amigo que estava ficando “chupada”, que diferente do que eu achava não estava bonita muito menos atraente. 

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